BLOG HOMO FORA FOBIA. É fácil amar ao próximo quando ele não é divergente de você, o difícil é amar aquele que não nos agrada. Agora, imagine, se na bíblia, estivesse a palavra semelhante, ao invés de próximo, estaria consagrada a discriminação. CRIAÇÃO DO BLOG 24/05/2012. Autor: Francisco de Assis de Souza LEIA NOSSAS PAGINAS DO BLOG OUVINDO MUSICA DE NOSSAS RADIOS. APERTE O PLAYER LOGO ABAIXO E AO LADO
quinta-feira, 6 de abril de 2023
A ORGANIZAÇÕES DAS NAÇÕES UNIDAS E O APOIO A CAUSA LGBTI+
quarta-feira, 5 de abril de 2023
GOYS PODEM SER IDENTIFICADOS COMO PÚBLICO LGBTI+? ELES DIZEM QUE NÃO ESTÃO ASSOCIADO A SIGLA LGBTI+
você sabe sobre
esse novo tipo de relacionamento: G0ys são homens que se relacionam entre si, mas não se
consideram Gays
Os G0ys também
rejeitam a ideia de identidade sexual, argumentando que a orientação sexual é
fluida e que a sociedade deve permitir uma maior flexibilidade na expressão da
sexualidade. Eles se identificam como "homens masculinos que gostam de
homens" e não querem ser associados ao estereótipo de homem gay.
É importante
lembrar que a identidade e a orientação sexual são construções pessoais e
individuais. Cada indivíduo tem o direito de se identificar como quiser e amar
quem quiser, desde que seja consensual e respeitoso. No entanto, é importante
reconhecer que a identidade G0y é controversa e tem sido criticada por alguns
membros da comunidade LGBT, que argumentam que isso perpetua a homofobia
internalizada e marginaliza ainda mais os homens gays e bissexuais.
É importante
notar que a comunidade G0y não é amplamente reconhecida e pode ser controversa
entre as pessoas LGBT+. Algumas críticas apontam que a comunidade G0y pode ser
prejudicial por reforçar estereótipos prejudiciais e por negar a validade da
identidade gay. No entanto, outros argumentam que a comunidade G0y é uma
maneira legítima para os homens explorarem sua sexualidade e encontrar uma
comunidade de apoio.
RUSSIA O PAIS DO MEDO EM RELAÇÃO AOS LGBTI+
UMA GUERRA CONTRA AS LEIS DISCRIMINATÓRIA NA RUSSIA
É verdade que a
Rússia tem sido criticada por muitos grupos de defesa dos direitos humanos por
ter leis e políticas que discriminam e reprimem a comunidade LGBTI+. Em 2013, o
país promulgou uma lei que proíbe a "propaganda" de relações sexuais
não tradicionais para menores de idade, o que foi interpretado por muitos como
uma tentativa de silenciar e criminalizar a comunidade LGBTI+.
Desde então,
houve relatos de violações de direitos humanos contra pessoas LGBTI+ na Rússia,
incluindo prisões, detenções arbitrárias, violência policial, ataques e
discriminação no local de trabalho e na educação. O governo russo também tem
sido criticado por sua falta de resposta adequada a essas violações.
No entanto,
também é importante notar que há indivíduos e grupos na Rússia que lutam pela
igualdade e justiça para a comunidade LGBTI+. O país é diverso e nem todos os
russos compartilham as visões e políticas do governo em relação aos direitos
LGBTI+.
Várias
organizações internacionais de direitos humanos e LGBTI+ têm se manifestado
contra as leis discriminatórias e as violações de direitos humanos contra a
comunidade LGBTI+ na Rússia. Essas organizações incluem a Anistia
Internacional, Human Rights Watch, ILGA World, All Out, OutRight Action
International, entre outras.
Essas
organizações têm levantado a voz contra as leis discriminatórias e as violações
de direitos humanos, pressionando o governo russo para respeitar os direitos
humanos e a igualdade para todas as pessoas, independentemente de sua
orientação sexual ou identidade de gênero.
Além disso,
muitos países e organizações internacionais têm imposto sanções contra a Rússia
devido a violações de direitos humanos e discriminação, incluindo violações de
direitos LGBTI+. Essas sanções incluem a proibição de entrada para certos
indivíduos, bem como a proibição de comércio de determinados produtos e
serviços.
domingo, 2 de abril de 2023
A BUSCA POR AJUDA CONTRA ASSÉDIO MORAL
sexta-feira, 31 de março de 2023
O SIMBOLO DO ORGULHO GAY
BANDEIRA ARCO ÍRIS O SIMBOLO DOS LGBTQI+
quinta-feira, 30 de março de 2023
A PSICOLOGIA NO APOIO A LUTA CONTRA DISCRIMINAÇÃO AOS LGBTI+
Apoio psicológico a pessoas LGBTI+ com problemas de autoestima provocados por homofobia
CURA GAY
HOUVER MOVIMENTOS NA PSICOLOGIA PARA ESTUDAR A CURA GAY
Sim, houve
movimentos no Brasil e em outros lugares do mundo que buscavam a chamada
"cura gay", também conhecida como terapia de conversão, que envolve o
uso de psicólogos e outros profissionais para tentar mudar a orientação sexual
de uma pessoa.
No Brasil, esse
movimento ganhou destaque na década de 1990, quando a psicóloga Rozângela
Justino, ligada à Igreja Pentecostal Projeto Vida Nova de Irajá, no Rio de
Janeiro, passou a defender a possibilidade de cura da homossexualidade por meio
de terapia. O Conselho Federal de Psicologia (CFP), no entanto, proibiu em 1999
a prática da terapia de conversão, que foi considerada antiética e ineficaz.
Em outros
países, como nos Estados Unidos, também houve movimentos que defendiam a
terapia de conversão. No entanto, em vários estados americanos, a prática foi
proibida ou restrita, e organizações médicas e psicológicas também se
posicionaram contra ela. Em 2015, o Conselho Nacional de Psicologia dos Estados
Unidos emitiu uma declaração dizendo que a terapia de conversão é
"ineficaz, prejudicial e contrária à ética".
Embora tenha
havido uma diminuição da prática da terapia de conversão em muitos lugares, ainda
há pessoas e organizações que a defendem. No entanto, a maioria dos
especialistas em saúde mental e organizações profissionais não apoia a terapia
de conversão e reconhece que a orientação sexual não pode ser mudada por meio
de tratamento ou terapia.
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quarta-feira, 29 de março de 2023
CHUCA O QUE É E COMO FAZER
LIMPEZA DO CANAL PARA SEXO ANAL(CHUCA)
terça-feira, 28 de março de 2023
A LUTA CONTRA A HOMOFOBIA NO CONTINETE AFRICANO
segunda-feira, 27 de março de 2023
PARADA GAY
MUNDIAL
O tradicional
evento suíço será entre os dias 21 a 28/1, com direito a concerto de
piano, festa na piscina, descidas de esqui com montação drag e festas.
Whistler Pride and Ski Festival - Whistler, Cadaná
De 22 a
29/1, o evento na neve inclui baladas, jantares, show de stand-up e uma parada
LGBTQIA+ nas montanhas.
BeefDip Bear
Week - Puerto Vallarta, México
Durante os dias
29/1 a 5/2, a cidade litorânea abriga diversas festas dedicadas à comunidade
ursina.
Pride of the Americas - Fort Lauderdale, Estados Unidos
De 10 a 12 de
fevereiro, o evento terá diversas atrações como Boy George, cantor britânico e
ícone pop da década de 1980.
Sydney WorldPride 2023 - Sydney, Austrália
Acontecerá entre
os dias 17/2 a 5/3. O evento terá shows, exposições, feira de artesanato,
campeonatos, conferências e muitas festas. Neste ano, ele será realizado junto
ao Sydney Gay and Lesbian Mardi Gras.
Winter Party -
Miami, Estados Unidos
De 1 a 7 de
março, o evento tradicional contará com diversas apresentações, dentre elas, os
DJs Abel e Erik Vilar. O público também poderá participar das sete festas
que acontecerão em grandes espaços.
European Snow
Pride - Tignes, França
LEIS EUROPEIA DE APOIO AO PÚBLICO LGBTIAP+
LEIS EUROPEIA DE APOIO AO PÚBLICO LGBTI+
Existem diversas leis que garantem direitos às pessoas LGBTI+ na Europa. Algumas das mais importantes incluem:
1.
Direitos de não
discriminação: A União Europeia proíbe a discriminação com base na orientação
sexual e identidade de gênero em áreas como emprego, educação, acesso a bens e
serviços, e proteção social.
2.
Reconhecimento legal
das relações entre pessoas do mesmo sexo: Vários países europeus, incluindo
Portugal, Espanha, França, Reino Unido e Alemanha, reconhecem legalmente o
casamento entre pessoas do mesmo sexo ou têm leis que permitem o registro de
parcerias civis.
3.
Proteção contra
crimes de ódio: A maioria dos países europeus tem leis que criminalizam a
violência e o discurso de ódio motivados pela orientação sexual ou identidade
de gênero.
4.
Acesso à saúde: A
Organização Mundial da Saúde (OMS) e a União Europeia recomendam que as pessoas
trans tenham acesso a tratamentos médicos adequados para a sua transição,
incluindo hormônios e cirurgias.
5.
Direitos parentais:
Vários países europeus reconhecem o direito de casais do mesmo sexo adotarem
crianças ou usarem técnicas de reprodução assistida.
Estas são apenas algumas das leis e políticas que garantem direitos às pessoas LGBTI+ na Europa. É importante lembrar que a situação varia de país para país e que ainda há muito trabalho a ser feito para garantir a igualdade plena.
- A União Europeia e seus países-membros têm uma longa história de avanços na luta pelos direitos das pessoas LGBTI+. Abaixo estão algumas informações adicionais sobre as leis e políticas que garantem a igualdade de direitos para a comunidade LGBTI+ na Europa:Direitos de não discriminação: A União Europeia tem leis que proíbem a discriminação com base na orientação sexual e identidade de gênero em diversas áreas, como emprego, acesso a bens e serviços, educação e proteção social. Em 2000, a União Europeia adotou uma Diretiva sobre Igualdade Racial e Étnica que também protege contra a discriminação com base na orientação sexual em todas as áreas da vida. Além disso, a Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia proíbe a discriminação com base na orientação sexual e identidade de gênero.Reconhecimento legal das relações entre pessoas do mesmo sexo: O casamento entrepessoas do mesmo sexo é legal em 16 dos 27 países-membros da União Europeia, incluindo Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Irlanda, Luxemburgo, Malta, Países Baixos, Portugal, Suécia e Reino Unido (embora a situação no Reino Unido seja complexa, com diferentes regras para a Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte). Em outros países, como a Itália, não há casamento entre pessoas do mesmo sexo, mas há reconhecimento legal de parcerias civis ou uniões de fato.Proteção contra crimes de ódio: A maioria dos países europeus tem leis que criminalizam a violência e o discurso de ódio motivados pela orientação sexual ou identidade de gênero. A Diretiva da União Europeia sobre Direitos das Vítimas garante que as vítimas de crimes de ódio tenham acesso à justiça e a serviços de apoio.Acesso à saúde: A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a União Europeia recomendam que as pessoas trans tenham acesso a tratamentos médicos adequados para a sua transição, incluindo hormônios e cirurgias. Vários países europeus oferecem esses tratamentos pelo sistema público de saúde ou têm políticas que garantem o acesso a eles. A OMS também descreve a despatologização da identidade trans como uma das metas a serem alcançadas.Direitos parentais: Vários países europeus reconhecem o direito de casais do mesmo sexo adotarem crianças ou usarem técnicas de reprodução assistida. Em alguns países, a adoção por pessoas solteiras também é permitida, o que pode beneficiar pessoas LGBTI+ que desejam adotar.Essas são apenas algumas das muitas leis e políticas que garantem direitos às pessoas LGBTI+ na Europa. No entanto, ainda há muito trabalho a ser feito para garantir a igualdade plena. Muitos países ainda têm leis e políticas discriminatórias ou que prejudicam a comunidade LGBTI+, como proibições de doação de sangue para homens
domingo, 26 de março de 2023
PARADA DO ORGULHO GAY DE SÃO PAULO BRASIL
PARADA DO ORGULHO GAY DE SÃO PAULO BRASIL
A Festa do
Orgulho Gay de São Paulo, também conhecida como Parada do Orgulho LGBT de São
Paulo, é um evento anual que acontece na cidade de São Paulo, no Brasil, desde
1997. A festa é organizada pelo Grupo de Advogados pela Diversidade Sexual e de
Gênero (GADvS) e outras organizações LGBT.
A Parada do
Orgulho LGBT de São Paulo é um dos maiores eventos LGBT do mundo, reunindo
milhões de pessoas em uma celebração de diversidade, igualdade e inclusão. O
evento conta com desfiles, shows, atividades culturais e políticas, além de
palestras e debates sobre temas relacionados à diversidade sexual e de gênero.
A festa do Orgulho Gay de São Paulo é uma importante manifestação de visibilidade e luta pelos direitos LGBT, buscando combater a discriminação e o preconceito e promover a aceitação e a inclusão das pessoas LGBT na sociedade.
O evento tem
como objetivo principal promover a diversidade e a tolerância, além de celebrar
a comunidade LGBT e suas conquistas.
CIDADES ACOLHEDORAS DO PÚBLICO LGBTI+ NO MUNDO
CIDADES LGBT DO MUNDO
Existem várias
cidades ao redor do mundo que são conhecidas por serem acolhedoras e inclusivas
para a comunidade LGBT. Aqui estão algumas sugestões:
2. Berlim, Alemanha - Berlim é frequentemente citada como uma das
cidades mais LGBT-friendly da Europa, com uma cena vibrante de bares, clubes e
eventos voltados para a comunidade.
3. São Francisco, Estados Unidos - Esta cidade californiana é um
destino popular para a comunidade LGBT, com muitos bairros e estabelecimentos
que são conhecidos por serem acolhedores. Além disso, a cidade abriga a maior
parada do orgulho LGBT do mundo.
4. Sydney, Austrália - A cidade australiana é conhecida por sua
beleza natural e clima ameno, bem como por sua vibrante cena LGBT. O bairro de
Darlinghurst é especialmente popular entre os turistas LGBT, com muitos bares e
restaurantes voltados para esse público.
5. Barcelona, Espanha - Barcelona é uma cidade cosmopolita e
acolhedora para a comunidade LGBT, com muitos bares e clubes
A HOMOSSEXUALIDADE DO IMPERADOR NERO
OS HORRORES DO IMPERADOR NERO NA ROMA ANTIGA
Existem diversas
histórias e lendas em torno do imperador Nero e sua relação com a
homossexualidade, e é importante lembrar que muitas dessas narrativas podem ser
exageradas ou mesmo inventadas ao longo do tempo.
Além disso, Nero
também é lembrado pelos horrores de seu reinado, que incluíram perseguições
políticas e religiosas, torturas, execuções públicas e até mesmo o incêndio de
Roma em 64 d.C., que muitos historiadores acreditam que ele próprio tenha
ordenado. Durante seu governo, muitas pessoas foram mortas ou exiladas
simplesmente por serem consideradas uma ameaça ao poder de
Nero.
Em relação à sua
suposta homossexualidade, as fontes antigas relatam que ele se casou com duas
mulheres, mas também teve relacionamentos com homens. O historiador romano
Suetônio relatou que Nero teria se vestido como uma noiva em seu casamento com
Esporo.
No entanto, é
importante ressaltar que a ideia de que a homossexualidade em si era vista como
um horror na Roma antiga é uma simplificação. Embora as relações homossexuais
fossem consideradas ilegais em certas circunstâncias, elas também eram aceitas
em outros contextos, como em alguns rituais religiosos e nas relações entre
soldados e seus jovens ajudantes. A percepção de Nero como um
"horror" deve-se principalmente às suas ações violentas e despotismo,
e não à sua suposta orientação sexual.
Em resumo,
embora as histórias sobre Nero e sua homossexualidade possam não ser totalmente
precisas, é inegável que ele governou com mão de ferro e causou grande
sofrimento ao povo romano durante seu reinado.
DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA A HOMOFOBIA
LGBTQIAPN+ A LUTA CONTINUA O 17 de maio é o Dia Internacional de Luta contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia . Essa data tem como ob...
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DENTRO DO ÁRMARIO SUAS CONSEQUENCIAS NA VIDA DO GAY A orientação sexual é uma parte fundamental da identidade de uma pessoa, e quando essa ...