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domingo, 24 de maio de 2026

CLUBES DE FUTEBOL QUE APOIARAM NESSE 17 DE MAIO CONTRA HOMOFOBIA

CLUBES E SUAS MANIFESTAÇÃO A FAVOR DA LUTA LGBTQIA+

Neste 17 de maio, clubes brasileiros foram às redes se manifestar e pedir respeito no Dia Internacional contra a LGBTfobia. A data simbólica foi instaurada em 2004 por movimentos sociais e, posteriormente, teve a adesão da Organização das Nações Unidas (ONU) e países pelo mundo.


O Dia Internacional Contra a LGBTfobia faz referência a 17 de maio de 1990, data em que a homossexualidade deixou de ser considerada uma patologia pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

 No 17 de maio — Dia Internacional de Luta contra a LGBTfobia — o engajamento dos clubes brasileiros varia anualmente, com alguns times optando por não se manifestar nas datas oficiais. Em anos recentes, destacaram-se nas manifestações os seguintes clubes: 
  • Bahia: Tradicionalmente engajado na causa, o clube utiliza as redes sociais e o seu Núcleo de Ações Afirmativas para reforçar o combate ao preconceito. Em 2024, postou mensagens alusivas à data.
  • Fluminense, Santos e Corinthians: Têm histórico de publicações na data, reforçando mensagens de conscientização contra a LGBTfobia nos estádios e na sociedade.
  • Outros clubes: Equipes como Athletico-PR e Coritiba também já aderiram a postagens na data, conforme o levantamento da cobertura esportiva. 
Nota: Instituições como o Vasco da Gama — que tem uma "Resposta Histórica" ligada à inclusão — e o Bahia chegaram a receber cobranças públicas do Coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ+ pelo silêncio ou atraso no posicionamento durante o 17 de maio mais rece









PARADA LGBTQIA+ DE SÃO PAULO CORRE RISCO DE NÃO ACONTECER

PROJETO DE LEI ACABA COM A PARADA GAY DE SÃO PAULO


Sim, o que está acontecendo na capital paulista é a aprovação em primeiro turno, na Câmara Municipal de São Paulo, do Projeto de Lei 50/2025, apresentado pelo vereador Rubinho Nunes (União Brasil), que restringe o formato da Parada do Orgulho LGBT+. 
O que diz o Projeto de Lei
O texto propõe uma série de regras voltadas a eventos que façam alusão à pauta LGBTQIA+ na cidade de São Paulo: 
Proibição em vias públicas: O evento não poderia mais ser realizado na Avenida Paulista, sendo obrigado a acontecer em local fechado e privado, com controle de entrada.
Restrição de idade: Proíbe a presença de menores de 18 anos, mesmo acompanhados de pais ou responsáveis.
Multas: Em caso de descumprimento, as multas podem chegar a R$ 1 milhão. 

Onde está a tramitação
O texto foi aprovado em primeira votação no dia 20 de maio de 2026, com 45 votos a favor e 10 contra. 
O que falta: Ele ainda precisa passar por uma segunda votação na Câmara Municipal de São Paulo e, se aprovado, seguirá para sanção ou veto do prefeito Ricardo Nunes (MDB).
Legalidade: Especialistas e juristas ouvidos pelo Estadão e pelo G1 apontam que o projeto é inconstitucional por ferir a liberdade de reunião e demonstrar possível discriminação. 
No mesmo dia, os vereadores também aprovaram em primeira votação um projeto da vereadora Amanda Paschoal (PSOL), que restringe a concessão de recursos e contratos da prefeitura a entidades condenadas por discriminação de gênero ou orientação sexual.


Aprovou, em primeira votação no dia 20 de maio de 2026, um projeto de lei que impõe restrições severas à realização da Parada do Orgulho LGBTQIA+ na cidade. O texto, de autoria do vereador Rubinho Nunes (União Brasil), não proíbe o evento diretamente, mas propõe medidas que alterariam radicalmente sua dinâmica atual: Retirada da Avenida Paulista: O projeto determina que eventos que "façam alusão ou fomentem práticas LGBTQIA+" não ocupem vias públicas, devendo ocorrer apenas em locais fechados e privados, com controle de acesso.
Veto a Menores: A proposta proíbe a presença de crianças e adolescentes, mesmo que acompanhados pelos pais ou responsáveis, estabelecendo uma classificação indicativa obrigatória de 18 anos.
Multas Pesadas: O descumprimento dessas regras poderia gerar multas variando de R\( 100 mil a R\) 1 milhão para os organizadores e patrocinadores. 
Situação Atual do Projeto:
Aprovação Parcial: O projeto passou apenas pela primeira discussão. Para virar lei, ele ainda precisa ser aprovado em uma segunda votação no plenário da Câmara e, posteriormente, ser sancionado pelo prefeito.
Contestação Jurídica: Especialistas em direito e ativistas apontam que a medida é inconstitucional por violar a liberdade de manifestação e promover discriminação.
Próxima Parada: A Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo de 2026 continua agendada para o dia 7 de junho, na Avenida Paulista, uma vez que o projeto ainda não tem valor legal imediato. 
A iniciativa gerou forte reação de parlamentares de partidos como PT, PSOL e PSB, além de críticas sobre o impacto na visibilidade e na economia da cidade. 

CLUBES DE FUTEBOL QUE APOIARAM NESSE 17 DE MAIO CONTRA HOMOFOBIA

CLUBES E SUAS MANIFESTAÇÃO A FAVOR DA LUTA LGBTQIA+ Neste 17 de maio, clubes brasileiros foram às redes se manifestar e pedir respeito no Di...